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Não Me Compares...

  • 5 may 2017
  • 1 Min. de lectura

Agora que gemem mais pálidas nossas memórias.

Que a neve no televisor.

Agora que chove nas sala e se apagam

As velas do barco que me iluminou

Agora que canta o tempo chorando seus versos

E o mundo enfim despertou

Agora perdido em um silêncio feroz que quer desatar esses nós

Agora enxergamos direito e podemos nos ver por de trás do rancor

Agora te digo de onde venho e dos caminhos que a paixão tomou

Agora o destino é ermo e nos encontramos neste furacão

Agora eu te digo de onde venho e do que é feito o meu coração

Vengo del aire

Que te secaba a ti la piel, mi amor

Yo soy la calle, donde te lo encontraste a él

No me compares, bajé a la tierra en un pincel por ti

Imperdonable, que yo no me parezco a él

Ni a él, ni a nadie

Ahora que saltan los gatos

Buscando las sobras, maúllas la triste canción

Ahora que tú te has quedao sin palabras

Comparas, comparas, con tanta pasión

Ahora podemos mirarnos

Sin miedo al reflejo en el retrovisor

Ahora te enseño de dónde vengo

Y las heridas que me dejó el amor

Ahora no quiero aspavientos

Tan sólo una charla tranquila entre nos

Si quieres te cuento por qué te quiero

Y si quieres cuento por qué no

Você não sabe por onde andei depois de tudo amor

Eu sou a chave, da porta onde encontraste alguém

Não (no) me compares

Não busque nela o olhar que dei a ti

Imperdoável que eu não seja igual a ela

Então não fale, que alguém te toca como eu toquei

Que se acabe e que tu partas sem saber

E para sempre, ninguém te toca como eu toquei

Que se acabe

Yo soy tu alma tu eres me aire!


 
 
 

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